DiagramaIncrível
Um nome escrito sempre da mesma forma e uma marca que mostra o que a empresa faz: abrir vãos.






O desafio
Uma empresa de obras e reabilitação do Norte, com trabalho feito e sem marca. O nome circulava escrito de três maneiras, consoante quem o escrevia. Não havia logótipo e os orçamentos saíam sem imagem nenhuma. E numa obra a marca tem de se reconhecer ao longe: numa viatura, num boné, numa placa.
O processo
Começámos pelo nome, antes de qualquer desenho: DiagramaIncrível, sempre nesta grafia. Depois perguntámos o que esta empresa faz que as outras não mostram. Abre vãos em paredes que já existem. Daí saíram três caminhos para o símbolo, a porta, a parede e o arco, e ficou a parede: tijolos assentes, um vão ao meio e a verga que o segura. No nome, redesenhámos o I com barras, porque numa letra corrente lia-se “Diagramalncrível”.
O que entregámos
O logótipo na vertical e na horizontal, a duas cores, a uma cor e em branco para fundos escuros. Um símbolo compacto para o avatar, o boné e os tamanhos pequenos. As regras de uso: tudo o que vai para a rua leva uma cor só, e o terracota fica para o papel e o ecrã. Uma ficha técnica para a gráfica, o vinil e o bordado. E os orçamentos e a lista de material já com a nova imagem.
O que mudou
A comunicação passou a ser a mesma em todo o lado: um nome, um símbolo e documentos com a mesma cara. As viaturas e as fardas são o passo seguinte, já com regras escritas para quem as produzir. Ainda é cedo para medir resultados. Quando os tivermos, com fonte, contamos aqui.
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